quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Bom galerinha, o nosso blog está chegando ao fim... Espero que tenham gostado das postagens que fizemos ao longo do semestre. Para encerrar com chave de ouro, o tema de hoje será sobre avaliação!
Como podemos avaliar os alunos sem atribuir-lhes uma nota? É uma pergunta muito difícil de ser respondida, pois sabemos que nas escolas os alunos são avaliados por notas. Pensando também que o método avaliativo atual, ele tenta enquadrar o conhecimento dos alunos, afim de que todos "saibam" a mesma coisa, porém será que este é o real objetivo de uma avaliação? Será que o aluno deve ser avaliado pelo conteúdo que o professor julga necessário que todos saibam? Ou será que todos os alunos sabem e entendem de formas diferentes? 
Este é o ponto que eu queria chegar com vocês hoje. Cada aluno tem sua particularidade e compreensão sobre cada assunto trabalhado em classe. Assim o professor deve buscar que o método avaliativo, não seja através do que o aluno sabe ou não sabe, mas sim, o quanto o aluno evoluiu do conhecimento que o mesmo tinha para um novo conhecimento. Portanto, um método avaliativo coerente, deve ser um método que envolva o aluno a pensar sobre o que o mesmo aprendeu (da onde ele estava e para onde chegou). O professor junto com o aluno deve construir um método avaliativo que busque avaliar de diversas formas o aluno e não apenas através de uma nota atribuida pelo professor, pois da mesma forma que tentamos incluir todos os alunos em um método avaliativo apenas, estamos na verdade, excluindo muitos outros métodos e muitas formas do aluno mostrar que entende do conteúdo.
Encerrando minha fala, espero que vocês tenham gostado das discussões aqui trabalhadas, e espero que tenham aprendido, assim como eu aprendi ao longo do semestre, meios e métodos de se trabalhar com o ensino médio. Um grande abraço, até a próxima!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Hoje vamos falar um pouco sobre como quebrar barreiras em relação aos temas trabalhados em uma sala de aula. Em uma atividade de aprofundamento o professor deve introduzir um tema relacionado à modalidade trabalhada. Assim, vou dar-lhes um exemplo;

O professor busca trabalhar a modalidade Tênis com seus alunos, assim o mesmo busca mapear o que os alunos sabem, na próxima aula o mesmo traz questões pertinentes ao conhecimento dos alunos. Numa aula em que o professor quer aprofundar o tema Tênis, pode-se trabalhar questões sociais, como, por exemplo, o tênis ser um esporte de elite, devido a sua história. Pode-se trabalhar também com quebras de paradigmas, mostrando para os alunos que apesar do tênis ser um esporte elitista, há sim possibilidade de qualquer pessoa aprender seus fundamentos e experienciar essa prática.

Assim em aula passamos noticias relacionadas ao tema e os alunos discutiram um pouco sobre como isso vem desde o inicio do esporte, e como hoje em dia, infelizmente, o esporte ainda não atingiu outras classes sociais.

Enfim, em uma aula de aprofundamento o que deve ser trabalhado são questões ligadas ao tema trabalhado, como questões econômicas, sociais, culturais, etc. da modalidade. Afim dos alunos compreenderem o contexto em que essa modalidade surge, como ela evoluiu e como ela é hoje e o porque da modalidade ser assim.


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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

*Desenhe a mesma figura no quadrado ao lado

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Imagine você, um professor que abre o livro da escola e se depara com a atividade proposta a cima. Você não tem outra opção, a atividade tem que ser realizada, que tipo de professor você seria? 
1. Aquele que pede para o aluno "reproduzir" o mesmo tipo de padrão desenhado anteriormente por outras pessoas.
2. Aquele professor que ressignifica as barreiras imagináveis e possíveis dos alunos, e que abre a possibilidade para que os espaços sejam transbordados e que as ideias fluam da forma que ele (aluno) achar necessária.

"O professor tem deixado de ser um mero transmissor de conhecimentos para ser mais um orientador, um estimulador de todos os processos que levam os alunos a construírem seus conceitos, valores, atitudes e habilidades que lhes permitam crescer como pessoas, como cidadãos e futuros trabalhadores, desempenhando uma influência verdadeiramente construtiva." SANTOS (2013)


terça-feira, 15 de novembro de 2016

Fronteiras -> Problematização

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Fronteiras - Definição (Aurélio)
1. Zona de território imediata a raia que separa duas nações;
2. Linha divisória; raia; confins;
3. Região de separação entre um sistema físico e sua região externa.

Desprendendo-se de seu sentido unicamente notório e moderno, o conceito de fronteira entra em um campo metafórico mais abrangente buscando suprir diferentes processos sociais.

-> Como são delimitadas?
- Fisicamente (muros e cercas)
- Geográficas (Naturais)
- Arbitrárias

-> Tipos
-Culturais
-Étnicos
-Religiosos
-Físicas
-Psicológicas

A fronteira, portanto, marca uma soberania e autonomia á partir de uma identidade (que faz o que acha conveniente dentro de suas fronteiras, a partir d identidade/busca de práticas).

*Por quê problematizar?
- cidadão crítico/consciente de sua realidade e de outros;
- "quebra" limites/ barreiras
- torna-las penetráveis;
- misturar realidades/fronteiras;
- proporcionar trocas (praticas corporais, por exemplo).
- diminuir conflitos.





sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Boa tarde gente !
A pratica que o nosso grupo escolheu foi o tênis , e como não houve tempo suficiente para todos os grupos apresentarem, gostaríamos de pedir por favor para vocês responderam às seguintes perguntas nos comentários :

1- O que é o jogo de tênis ?
2- Você já assistiu a um jogo de tênis ?
3- Você já vivenciou o tênis ?
4- Todos têm acesso e podem jogar tênis ?
5- Você conhece algum lugar próximo a sua casa em que você poderia jogar tênis ?

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Que currículo é este?


Oque estamos ensinando as crianças? Porque sera que este menino não parece estar interessado no que esta estudando? Sera que seu professor segue um currículo que privilegia o reconhecimento da identidades culturais? A justiça curricular? A descolonização do currículo? Vai contra o daltonismo cultural? E realiza uma ancoragem Social? Perguntas que somente podemos prever as respostas, cena em que não sabemos a circunstancia, onde apenas podemos brincar de adivinhar...

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Boa tarde turma!
Hoje discutiremos um pouco acerca do texto de Mário Luiz Ferrari Nunes "Educação Física na área de linguagens e códigos". 
O texto, primeiramente, traz a questão da Educação Física sendo uma matéria inserida na área de Linguagens na Base Nacional Comum Curricular. Embora poucos saibam, a mesma está na área de Linguagens devido a significação do que se faz na matéria. As crianças em uma aula de Educação Física se expressam, produzem e reproduzem os códigos de linguagem usados pelo professor.
A Linguagem por sua vez pode ser "traduzida" como uma prática cultural de negociação de significados. Mas como assim?! Simples... "negociação" traz uma ideia volátil, algo que não é permanente, portanto a Linguagem está sempre sendo alterada, junto com a significação.
Pode parecer no começo, talvez, que não faça muito sentido. Porém e se olharmos desta forma?
A Educação Física está inserida na área de Linguagens, certo? Portanto devíamos dar uma atenção especial para essa área. Assim, em um jogo de futebol, por exemplo, ao olhar certo gesto técnico do jogador, como chutar uma bola, devemos olhar para "qual significado tem para este público que está praticando esta modalidade, o 'chutar a bola'?" e mais devemos olhar também para os códigos que estão envolvidos em uma partida de futebol, por exemplo, os códigos biológicos, culturais, sociais, cinestésicos. Todas estas linguagens, códigos e significados estão envolvidos em uma "simples" partida de futebol.
Bom, espero que este resumo tenha ajudado a entender um pouco da questão sobre linguagens e códigos. Obrigado e até a próxima!


terça-feira, 4 de outubro de 2016

A escola nossa de cada dia...


Imagine a seguinte situação: Você acorda cedo, troca de roupa, toma seu café, pega aquele ônibus lotado, chega à escola, cumprimenta a galera, vai para a sala de aula E OLHA SÓ, o professor falta. A escola não consegue um professor substituto, fazendo com que você e todos os seus colegas voltem MAIS UM DIA cedo para casa.

Pensou nessa situação? Chata, não? Mas espera ai, você olhou pelo lado de quem? Do professor ou do aluno?

Pois é, essa é a realidade de muitas escolas da rede pública do nosso país. Muitos alunos acabam perdendo períodos longos de aula por conta da ausência dos professores. Ausência essa justificada pela falta de contratados ou outros motivos pessoais que dizem respeito ao profissional em si.

Recentemente, vimos em sala de aula o documentário “Pro Dia Nascer Feliz”, 2007, dirigido por João Jardim, onde aborda o sistema educacional brasileiro, descrevendo realidades escolares de diferentes contextos sociais, econômicos e culturais. Em certa parte, tal temática é abordada, e nos traz visões diferentes sobre o assunto “falta de professores”, tanto por parte do aluno, como do profissional.

Se formos parar para pensar, ambas as partes (dentro do nosso atual modelo de educação brasileira) saem prejudicados. O aluno que perde a chance de aprender algo que possa futuramente mudar a sua vida e o professor.

Focamos então nesse ultimo, o professor. O que faz com que esse falte? Estamos falando apenas da falta em si? NÃO. Estamos tratando de um problema muito maior, um problema enraizado na nossa sociedade, que permeia muitas questões, para dentro e fora da escola. Problemas esses que se referem á:

-BAIXA REMUNERAÇÃO
-DESVALORIZAÇÃO DA PROFISSÃO
-FALTA DE RESPEITO DENTRO DAS SALAS DE AULA
-VIOLÊNCIA
-FALTA DE MATERIAIS


Poderíamos fazer uma lista enorme, cheio de pontos que justificariam tranquilamente esta falta. Foquemos então em soluções maiores, que ressignifiquem o papel do professor dentro da vida do aluno (e já que se trata de uma via de mão dupla, vice-versa). Medidas que valorizam a educação no nosso país. Medidas essa que começam no seu voto, que é capaz de eleger alguém que veja na educação A SOLUÇÃO PARA O NOSSO PAÍS.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Lados de uma mesma moeda?



Jair e Jean.

Direita e Esquerda.

Heterossexual e Homossexual.

Extremos, Identidades, Diferenças.



A comparação entre os deputados Jean Wyllys e Jair Bolsonaro tem ocorrido constantemente, como se representassem lados opostos de uma mesma moeda. Mas, será mesmo?

Jean Wyllys, pode ter sua ideologia e ser um político exaltado em determinados momentos, mas seu trabalho procura olhar para certos tipos de pessoas e grupos sociais do Brasil e buscar que essas pessoas tenham acesso ao mínimo dos seus direitos. O mínimo de seus direitos e não privilégios.

Bolsonaro é a caricatura de um deputado nostálgico de tempos sombrios de ditadura e repressão às liberdades. Ele faz uso da ignorância popular e dos preconceitos que são reproduzidos. Segundo ele, “o Brasil está piorando desde o fim do regime militar”. O deputado trabalha abertamente e declaradamente para manter os direitos de certos tipos de cidadãos restritos, reduzidos. Na concepção de Bolsonaro, existem grupos sociais que merecem um tipo de tratamento, mais aberto, com mais direitos, com mais liberdades, e existem outros grupos que precisam ser controlados, abafados, cercados, cerceados, inclusive com recursos violentos - como a tortura, que ele não cansa de celebrar como um método válido.

O trabalho de Jean personifica aspectos fundamentais da democracia e do humanismo. O trabalho de Bolsonaro, ele nunca esconde, ataca os pilares da democracia. São opostos em princípio e não em polaridade.

O que queremos dizer é que Bolsonaro é de posições radicais, de extrema-direita, muitas vezes beirando a perversidade, com justificativas baseadas em discursos como “Moral, família e bons costumes”, mas, para quem? Que família é essa? Somente esses costumes são aceitáveis?

Jean Wyllys, não é santo e muito menos perfeito, mas é bem mais moderado e ponderado.  Infelizmente, criou-se o mito de que ambos estariam no mesmo patamar de radicalidade, cada um de um lado oposto, e ambos igualmente condenáveis em suas atitudes. Apoiar as minorias e os Direitos Humanos, como faz Jean Wyllys, só poderia ser considerado radical se a defesa desses valores ocorresse de maneira incondicional para a maioria dos cidadãos brasileiros. Isso acontece? Por que há uma reação raivosa do outro lado?

Que Jean deu uma cuspida em Bolsonaro todos sabemos. É claro que não foi uma atitude vista como correta ou aceitável, mas o que ela representa? Bolsonaro é preconceituoso. Suas declarações não causariam espanto na Itália de Mussolini ou na Alemanha de Hitler. Ele defende que apoiadores da esquerda sejam mortos. Que filhos bem educados não se tornam gays ou se casam com negras. Que o melhor do Maranhão é o presídio de Pedrinhas. Disse que não estupraria a petista Maria do Rosário porque ela não merecia. E essa loucura e discurso raivoso tem encontrado terreno e identidade no Brasil. Opinião ou discurso de ódio? “Bolsomito 2018”. Sério? Isso é grave.

E você? O que acha disso tudo? Por que no nosso país as “minorias”, que muitas vezes são maioria em quantidade, mas minoria em representatividade, ainda precisam lutar tanto por seus direitos e visibilidade? E como fica a diversidade num país tão plural como o Brasil? Por que há pessoas como Bolsonaro que lutam contra isso?

POR QUÊ?

terça-feira, 20 de setembro de 2016



Boa tarde gente, quem ai nunca assistiu a algum desenho do Bob esponja ? acho que todo mundo né!
Essa semana  nosso amiguinho calça quadrada vai nos ajudar a entender um elemento que esta muito presente em nossa sociedade, que é os padrões e os perfis que a sociedade consideram ideais para determinadas funções . No episodio acima nosso querido Bob esponja não consegue sua tão sonhada promoção de gerente por não possuir segundo o senhor Sirigueijo , "as qualidades de um gerente", que em sua opinião deveria ser uma pessoa madura e não um "gerentinho". Desta forma  mesmo o fato de  nosso querido personagem  permanecer trabalhando duro em todos os episódios e ser considerado funcionário do mês por diversas vezes seguidas não são considerados elementos suficientes, fazendo assim com que não ganhe  sua promoção que é dada para o Lula molusco, um individuo que mesmo não se importando tanto com seu trabalho, possui características consideradas de um individuo maduro e preparado por seu superior. E ai pessoal, na opinião de vocês como esses "perfis impostos"  influenciam em nossa vida diária, e  porque não no próprio ambiente escolar? Realmente existe essa história de aluno perfeito e se existe quem o impõe???

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Os circuitos dos jovens urbanos

Boa noite galerinha! Aqui mais uma vez o blog "Ensino Médio, e agora?" traz para vocês uma reflexão nova acerca do texto de José Guilherme Cantor Magnani "Os circuitos dos jovens urbanos".
Ele fala um pouco sobre circuitos. E vocês podem me perguntar, então, o que seria circuitos?! - Para o autor, circuitos não tem nenhuma relação com eletricidade, mas sim os caminhos e lugares que frequentamos diariamente, ou até mesmo as vezes. E ele separa os circuitos em três categorias, sendo elas:  Pedaço: Lugar onde o individuo desenvolve sua sociabilidade básica, é um lugar que vai além da família, onde o individuo irá estabelecer laços fortes, e este lugar pode mudar, como, por exemplo, crianças tem seu "pedaço" na escola, adolescentes e jovens na faculdade e assim por diante.
Mancha: É uma área demarcada geograficamente com atividade predominante ligada com a dinâmica dos grupos que a frequentam, como, por exemplo, uma academia, uma biblioteca, lugares em que os indivíduos vão realizar uma atividade especifica predominantemente.
Trajeto: São espaços mais abrangentes nas cidades, com necessidade de muitas vezes um descolamento para longe de seu pedaço. O trajeto se caracteriza pelo percurso até o local de destino, seja uma mancha ou um pedaço.
Me reuni com meus amigos, afim de discutir um pouco sobre o texto e os conceitos que os autores trazem sobre essa questão e descobrimos que nós temos alguns pontos em comum e outros nem tanto.
Por exemplo temos um pedaço em comum que seria nossa faculdade de Educação Física, por outro lado também temos manchas muito diferentes (segue em anexo um mapa que fizemos para ver quais pontos temos em comum e quais não temos, aconselho você a fazerem o mesmo, pois da uma visão maior do que cada conceito significa)
Estes conceitos são muito legais, pois trazem uma ideia de identidade, "os meus amigos pertencem a mesma mancha que eu".
Enfim, essa foi uma breve discussão sobre o texto e espero que tenham gostado. Por favor, não deixem de comentar em baixo e como sempre, deixa aquele like para ajudar na divulgação e até a proxima!


https://www.google.com/maps/d/edit?mid=1D0mhOKFazpyoHF4voHtt7rfttHQ

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Fala galera! Queria postar aqui uma analogia que eu fiz lendo um texto chamado “a compressão do espaço – tempo e a condição pós-moderna”. Peguei essa imagem aqui que está logo ai embaixo do post e relacionei com algumas questões do texto!
A imagem mostra 2 mãos acorrentadas à algumas marcas que são reconhecidas mundialmente, como Ferrari, Nike, Apple, Oakley entre outras.  Relacionando com o texto podemos dizer que junto à revolução industrial surgiu o Fordismo (produz enquanto tem matéria prima) e este modelo de produção ao passar dos anos acabou saindo de “moda”, surgindo a acumulação flexível (produzir o que é demandado), assim não há sobras!
Como o mundo está evoluindo cada vez mais rápido através da tecnologia, hoje podemos ir de um lado ao outro do planeta em poucas horas/dias, há um ponto importante a ser destacado que é a volatilidade (variação das coisas – chance de risco) e a efemeridade (coisa passageira), ambas são produtos desta sociedade que está crescendo e se modificando muito rápido. Produtos são feitos sob demanda, porém são feitos para estragarem logo, sem uma qualidade muito boa, pois logo em seguida (daqui uns anos) surgem outros produtos melhores que este que estava sendo comercializado (efemeridade). Há também a chance de este produto não dar certo no mercado (volatilidade), e a empresa perder muito dinheiro.
Como em nossa sociedade vivemos sempre “correndo”, cheios de compromisso, muitos de nós passamos a ter uma “atitude blassé” ( indiferença a atitudes do cotidiano), como por exemplo alguém passando fome ou pedindo dinheiro no semáforo. Isso acontece por estarmos “sem tempo” e cada vez menos prestando atenção à nossa volta.
Voltando um pouco a questão das marcas, hoje em dia não usamos uma camisa pela qualidade que a mesma tem, mas sim pela representação que ela traz (simulacro), sendo essa representação, status, poder, fama...
Fiz um resuminho do texto explicando um pouco dos conceitos para que vocês, caso queiram ler já saibam um pouco do que o texto se trata.
Por favor, curta e compartilhe com os amigos este resumo, caso tenham gostado!
Até a próxima!