sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Boa tarde gente !
A pratica que o nosso grupo escolheu foi o tênis , e como não houve tempo suficiente para todos os grupos apresentarem, gostaríamos de pedir por favor para vocês responderam às seguintes perguntas nos comentários :

1- O que é o jogo de tênis ?
2- Você já assistiu a um jogo de tênis ?
3- Você já vivenciou o tênis ?
4- Todos têm acesso e podem jogar tênis ?
5- Você conhece algum lugar próximo a sua casa em que você poderia jogar tênis ?

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Que currículo é este?


Oque estamos ensinando as crianças? Porque sera que este menino não parece estar interessado no que esta estudando? Sera que seu professor segue um currículo que privilegia o reconhecimento da identidades culturais? A justiça curricular? A descolonização do currículo? Vai contra o daltonismo cultural? E realiza uma ancoragem Social? Perguntas que somente podemos prever as respostas, cena em que não sabemos a circunstancia, onde apenas podemos brincar de adivinhar...

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Boa tarde turma!
Hoje discutiremos um pouco acerca do texto de Mário Luiz Ferrari Nunes "Educação Física na área de linguagens e códigos". 
O texto, primeiramente, traz a questão da Educação Física sendo uma matéria inserida na área de Linguagens na Base Nacional Comum Curricular. Embora poucos saibam, a mesma está na área de Linguagens devido a significação do que se faz na matéria. As crianças em uma aula de Educação Física se expressam, produzem e reproduzem os códigos de linguagem usados pelo professor.
A Linguagem por sua vez pode ser "traduzida" como uma prática cultural de negociação de significados. Mas como assim?! Simples... "negociação" traz uma ideia volátil, algo que não é permanente, portanto a Linguagem está sempre sendo alterada, junto com a significação.
Pode parecer no começo, talvez, que não faça muito sentido. Porém e se olharmos desta forma?
A Educação Física está inserida na área de Linguagens, certo? Portanto devíamos dar uma atenção especial para essa área. Assim, em um jogo de futebol, por exemplo, ao olhar certo gesto técnico do jogador, como chutar uma bola, devemos olhar para "qual significado tem para este público que está praticando esta modalidade, o 'chutar a bola'?" e mais devemos olhar também para os códigos que estão envolvidos em uma partida de futebol, por exemplo, os códigos biológicos, culturais, sociais, cinestésicos. Todas estas linguagens, códigos e significados estão envolvidos em uma "simples" partida de futebol.
Bom, espero que este resumo tenha ajudado a entender um pouco da questão sobre linguagens e códigos. Obrigado e até a próxima!


terça-feira, 4 de outubro de 2016

A escola nossa de cada dia...


Imagine a seguinte situação: Você acorda cedo, troca de roupa, toma seu café, pega aquele ônibus lotado, chega à escola, cumprimenta a galera, vai para a sala de aula E OLHA SÓ, o professor falta. A escola não consegue um professor substituto, fazendo com que você e todos os seus colegas voltem MAIS UM DIA cedo para casa.

Pensou nessa situação? Chata, não? Mas espera ai, você olhou pelo lado de quem? Do professor ou do aluno?

Pois é, essa é a realidade de muitas escolas da rede pública do nosso país. Muitos alunos acabam perdendo períodos longos de aula por conta da ausência dos professores. Ausência essa justificada pela falta de contratados ou outros motivos pessoais que dizem respeito ao profissional em si.

Recentemente, vimos em sala de aula o documentário “Pro Dia Nascer Feliz”, 2007, dirigido por João Jardim, onde aborda o sistema educacional brasileiro, descrevendo realidades escolares de diferentes contextos sociais, econômicos e culturais. Em certa parte, tal temática é abordada, e nos traz visões diferentes sobre o assunto “falta de professores”, tanto por parte do aluno, como do profissional.

Se formos parar para pensar, ambas as partes (dentro do nosso atual modelo de educação brasileira) saem prejudicados. O aluno que perde a chance de aprender algo que possa futuramente mudar a sua vida e o professor.

Focamos então nesse ultimo, o professor. O que faz com que esse falte? Estamos falando apenas da falta em si? NÃO. Estamos tratando de um problema muito maior, um problema enraizado na nossa sociedade, que permeia muitas questões, para dentro e fora da escola. Problemas esses que se referem á:

-BAIXA REMUNERAÇÃO
-DESVALORIZAÇÃO DA PROFISSÃO
-FALTA DE RESPEITO DENTRO DAS SALAS DE AULA
-VIOLÊNCIA
-FALTA DE MATERIAIS


Poderíamos fazer uma lista enorme, cheio de pontos que justificariam tranquilamente esta falta. Foquemos então em soluções maiores, que ressignifiquem o papel do professor dentro da vida do aluno (e já que se trata de uma via de mão dupla, vice-versa). Medidas que valorizam a educação no nosso país. Medidas essa que começam no seu voto, que é capaz de eleger alguém que veja na educação A SOLUÇÃO PARA O NOSSO PAÍS.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Lados de uma mesma moeda?



Jair e Jean.

Direita e Esquerda.

Heterossexual e Homossexual.

Extremos, Identidades, Diferenças.



A comparação entre os deputados Jean Wyllys e Jair Bolsonaro tem ocorrido constantemente, como se representassem lados opostos de uma mesma moeda. Mas, será mesmo?

Jean Wyllys, pode ter sua ideologia e ser um político exaltado em determinados momentos, mas seu trabalho procura olhar para certos tipos de pessoas e grupos sociais do Brasil e buscar que essas pessoas tenham acesso ao mínimo dos seus direitos. O mínimo de seus direitos e não privilégios.

Bolsonaro é a caricatura de um deputado nostálgico de tempos sombrios de ditadura e repressão às liberdades. Ele faz uso da ignorância popular e dos preconceitos que são reproduzidos. Segundo ele, “o Brasil está piorando desde o fim do regime militar”. O deputado trabalha abertamente e declaradamente para manter os direitos de certos tipos de cidadãos restritos, reduzidos. Na concepção de Bolsonaro, existem grupos sociais que merecem um tipo de tratamento, mais aberto, com mais direitos, com mais liberdades, e existem outros grupos que precisam ser controlados, abafados, cercados, cerceados, inclusive com recursos violentos - como a tortura, que ele não cansa de celebrar como um método válido.

O trabalho de Jean personifica aspectos fundamentais da democracia e do humanismo. O trabalho de Bolsonaro, ele nunca esconde, ataca os pilares da democracia. São opostos em princípio e não em polaridade.

O que queremos dizer é que Bolsonaro é de posições radicais, de extrema-direita, muitas vezes beirando a perversidade, com justificativas baseadas em discursos como “Moral, família e bons costumes”, mas, para quem? Que família é essa? Somente esses costumes são aceitáveis?

Jean Wyllys, não é santo e muito menos perfeito, mas é bem mais moderado e ponderado.  Infelizmente, criou-se o mito de que ambos estariam no mesmo patamar de radicalidade, cada um de um lado oposto, e ambos igualmente condenáveis em suas atitudes. Apoiar as minorias e os Direitos Humanos, como faz Jean Wyllys, só poderia ser considerado radical se a defesa desses valores ocorresse de maneira incondicional para a maioria dos cidadãos brasileiros. Isso acontece? Por que há uma reação raivosa do outro lado?

Que Jean deu uma cuspida em Bolsonaro todos sabemos. É claro que não foi uma atitude vista como correta ou aceitável, mas o que ela representa? Bolsonaro é preconceituoso. Suas declarações não causariam espanto na Itália de Mussolini ou na Alemanha de Hitler. Ele defende que apoiadores da esquerda sejam mortos. Que filhos bem educados não se tornam gays ou se casam com negras. Que o melhor do Maranhão é o presídio de Pedrinhas. Disse que não estupraria a petista Maria do Rosário porque ela não merecia. E essa loucura e discurso raivoso tem encontrado terreno e identidade no Brasil. Opinião ou discurso de ódio? “Bolsomito 2018”. Sério? Isso é grave.

E você? O que acha disso tudo? Por que no nosso país as “minorias”, que muitas vezes são maioria em quantidade, mas minoria em representatividade, ainda precisam lutar tanto por seus direitos e visibilidade? E como fica a diversidade num país tão plural como o Brasil? Por que há pessoas como Bolsonaro que lutam contra isso?

POR QUÊ?